O Autor

Tenho muitos interesses que se mantêm e alimentam mutuamente e sem qualquer dos quais a vida seria mais pobre.

A paixão pela Natureza

Passava o Verão na casa dos meus avós onde intimava com as árvores e pequenos animais. Talvez daí tenham crescido o meu interesse e amor pela Natureza que se dissemina pela minha vida. Passei pela Quercus e instalei-me no GAIA. Fui para agronomia pelo interesse que tinha na agricultura biológica, mas cedo me desiludi, tendo terminado apenas (e com uma nota acima da média) botânica, a única disciplina que tratava de facto do que me interessava e me fazia levantar de manhã para visitar a belíssima Tapada de Ajuda. Mas mesmo em psicologia, a minha tese de final de curso foi sobre o contacto com a Natureza e a depressão (neste link uma síntese dos principais resultados).

Cura da Alma e do Corpo

Desde criança que queria ser médico. Cresci numa família de psicólogos e um problema de saúde prolongado na adolescência que me pôs em contacto com as medicinas alternativas, quando a medicina convencional falhou. Estudei psicologia tendo em vista compreender a relação corpo-mente, ao mesmo tempo que me familiarizei com diversas técnicas de massagem e healing. Tornar-se terapeuta é um processo de autodescoberta constante, que nos leva a reconhecer no próximo o nosso semelhante. Só daí podemos ajudar a estancar a origem do sofrimento e acompanhar a busca da sua felicidade.

Há uma pequena descrição do trabalho que faço em este link.

Comunitarizar

Este é o meu activismo. Nem as minhas ideias são só minhas, nem esta terra e planeta. Precisamos uns dos outros para continuar e há que ser modesto, nenhum herói vive do seu ego. Reconhecer que dar aos outros o direito a ser felizes é um passo essencial para a nossa realização. Ligar os pontos e fazer pontes entre nós e os outros. Comunitarizar: fazer do outro o nosso próximo e do que é nosso interesse uma gota no que é o interesse de todos. É um esforço que faço para não ser esta divagação uma coisa abstracta. Regularmente dedico o meu tempo a desenvolver esta ideia e alguns dão-me o prazer de se juntar a mim de tempos a tempos. Felizmente com cada vez mais regularidade. É coisa pouca mas vem do coração. O resultado vai passando por aqui: Trocal de Lisboa.

As saias da musa

Uma vez peguei na guitarra da minha irmã e durante muito tempo foi a minha confidente. Aos 14 anos comecei uma banda com os meus amigos que dura até hoje, passando por grandes transformações desde musicação de poesia até ao punk rock mais pesado e um pouco de tudo o resto pelo meio (aqui há algumas das mais recentes músicas).

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